Quantas imagens cabem na palavra: amor?
Quantas imagens cabem na palavra: luz?
Quantas imagens cabem na palavra: vida?
Quantas palavras uma imagem impede de serem ditas?
- Um diário de leitura -
"Sob a dor física, como funda picada metafísica, abunda a literatura"
Julio Cortázar
Quantas imagens cabem na palavra: amor?
Quantas imagens cabem na palavra: luz?
Quantas imagens cabem na palavra: vida?
Quantas palavras uma imagem impede de serem ditas?
"(...)Você sabe o que significa empático?A jovem princesa chama-se Ervilha. A jovem e gorducha criada chama-se Migalha Sementeira. Existe um camundongo heróico, Despereaux, e um rato maldoso, Chiaroscuro, ou Roscuro. Além da delicadeza do estilo, até mesmo ao narrar mortes, acidentes e assassinatos, o que me agradou bastante foi o desenho dos personagens. Digo desenhos de propósito, pois ela revela as ambivalências dos sentimentos, os "mapas dos corações" com muita clareza. As ações do vilão, dessa forma, podem ser perdoadas, ou antes, compreendidas, pois a autora mostra que sua motivação é inocente, ainda que suas ações sejam condenáveis.
Pois vou lhe dizer. Ao ser levada para o calabouço, com uma faca enorme apontada para as costas, tentando manter a coragem, ainda assim a princesafoi capaz de pensar na pessoa que está segurando a faca.
Ela pensava: "Pobre mig, ela quer tanto ser princesa e acha que assim vai conseguir. Pobre Mig. Como será desejar alguma coisa tão desesperadamente?"
Isso, leitor, é empatia.
E agora você tem um pequeno mapa do coração da princesa (ódio, dor, gentileza, empatia), o coração que ela carregava ao descer a escada dourada, ao atravessar a cozinha e, finalmente, quando o céu lá fora começava a clarear, ao chegar à escuridão do calabouço com o rato e a criada"
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Evoé!
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acaba interessando
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de uma – digamos
O caçador de
Khaled Hosseini
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Fica a
Paulo Henriques Britto, Macau, ed.
Há
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do
dizendo
Algumas
Nascido
O
A
Tenho
Na
Lembro
Talvez um dia eu comente esse livrinho (pequeno grande), que li há muitos anos atrás e, como os bons livros, marcou minha memória. Mas, enquanto não escrevo de próprio punho, fica o link e um bom comentário do No Mínimo, assinado por Antonio Fernando Borges. A frase que ficou, e que exprime uma das razões de ser deste blog:
(...)Em tal reino da quantidade e do absurdo onde milhões de dólares escoam por valeriodutos como se fossem trocados, e as dezenas de mortes violentas pelo mundo a fora se reduzem a episódios rotineiros do jornalismo diário , talvez só mesmo uma atividade em extinção como a literatura ainda possa produzir algum tipo de impacto, sobretudo quando opera às avessas, pela via da exigüidade e do silêncio.(...)
Por isso Nárnia, por isso Conrad, por isso Cronópios. Por isso. Evasão deliberada.
A
"(...) Creo
Fiquei pensando.
Sinto
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Da
- Tem a Ruth
Merecia
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